Parricida que estava no regime semi-aberto é preso com crack, maconha e arma de fogo
Policiais do 3º Pelotão de Lajedão e do 4º Pelotão de Ibirapuã, pertencentes à 44ª Companhia de Polícia Militar de Medeiros, prenderam neste sábado (05/02), um traficante que se encontrava no regime semi-aberto por ter matado o próprio pai a pauladas.
Rivaldo de Jesus da Silva, 28 anos, natural de Teixeira de Freitas, mais conhecido por Gulinha, morava no distrito de Vila Betinho, município de Lajedão, onde vendia drogas a um bom tempo. A polícia já vinha monitorando o traficante até que, no último sábado, recebeu uma ligação anônima dando conta de que ele estava vendendo droga na vila, naturalmente, como se não existisse polícia no mundo.
A PM montou uma guarnição com policiais dos dois pelotões e se deslocou ao distrito. Com o acusado a polícia encontrou 19 “trouxas” de maconha acondicionadas em papel alumínio e 16 pedras de crack, já prontas para serem vendidas. Na residência dele a polícia encontrou uma espingarda, tipo chumbeira, que estava municiada, isto é, pronta para o uso.
Há cinco anos, quando esteve preso pelo parricídio, Gulinha tentou se matar fazendo uso de um lençol. Seus colegas de sela teriam impedido o suicídio.
O acusado foi conduzido à Delegacia de Polícia de Lajedão, onde o delegado Máderson Sousa Dias instaurou os procedimentos para a devida prisão em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.
Uma nova tentativa de suicídio, caso aconteça, pode dar subsídios à Justiça, no sentido de fazê-la entender que, a primeira tentativa do acusado de se matar, pode ter sido apenas uma artimanha para ser beneficiado com o regime semi-aberto.
Por Edelvânio Pinheiro
Gulinha estava no regime semi-aberto por ter matado o próprio pai a pauladas.
Com o traficante a PM encontrou maconha, crack e arma de fogo.
Comentários
09/02 -
PARRECIDA? GOSTEI, (-)
As matérias do professor e jornalista Edelvânio são também educativas. Sinceramente, nunca sabia que parrecida é o filho que mata o pai (ou a mãe). Parabéns à equipe do major Gilson. A Allan e ao meu querido professor edelvãnio. A sociedade agradece.